Career Tribute


umanovamaneiradesorrir:

Primeira reação: Hakers? Não seria haters?

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2ª reação: Checando teclado pra ver se T realmente fica perto do K. 

Não fica, pode olhar.

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3ª reação: Se superou em burrice e ridicularidade.

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4ª reação:

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(UNMDS)


targaryensrhaegar:

[favorite prop from the Vikings set] My arm ring. It’s a ring you get given to show your loyalty to whoever you’re fighting for. And I gave one to my brother and one to my best friend.

Alexander Ludwig for Just Jares Spotlight Series


Anonymous asked: "Clove, has Cato ever turned you on while you two were training?"

askthecareertributes:

Clove: Ha ha… um… I guess it’s kind of a little hot when he shreds dummies with his sword…

Marvel: You should see how excited Cato gets when he watches Clove throw knives.

Cato: What the fuck?! Marvel, why do you stare at my dick?


Clato and Glarvel


I love Clato more than Glarvel

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CLATOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

CLATOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

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Quase chorando. » Cato tinha deixado um bilhete no bolso de Clove naquele dia. Ele havia pego o carvão restante da fogueira feita na noite anterior e escrito numa embalagem de carne que fora salva da explosão de alguns dias atrás. Não sabia direito o que estava fazendo, mas apenas escrevera. O modo como ela jogava facas, o modo como ela sorria, o modo como sempre implicava com ele, tudo. Mas algo o havia surpreendido ainda mais. A cara de pânico da garota quando vira o rosto de Rue no céu. Ela não era uma carreirista frívola, que o deixaria morrer se fosse preciso. Tinha sentimentos, assim como ele havia acabado de descobrir ter também. O bilhete dizia uma sentença muito simples. Ele o havia deixado no bolso da jaqueta dela, na esperança de que ela o visse quando fosse guardar as facas após a luta que ela certamente venceria contra Katniss. Mas foi ele ouvir o grito dela que entendeu o erro. Na hora que fora por o bilhete no bolso do casaco, enquanto ela dormia, havia tirado a faca para por embaixo dela. A mesma faca que, ele percebia agora… Estava no chão ao seu lado. Clove não sabia. Jogaria a que estava em sua mão e, quando pusesse a mão no bolso… Não encontraria a outra faca. Estaria desarmada. Foi nessa hora em que Cato ouviu o grito. E correu, com todas as suas forças, sem acreditar em como fora burro. Se algo acontecesse, era sua culpa. Mas ele chegaria a tempo. Foi quando a viu, jogada no chão como uma boneca de pano, por sua culpa. Enquanto chorava, ele pôs a mão no bolso do casaco da garota, tirando o papel. Ainda dobrado do mesmo jeito que antes. Ela não lera, ela nem sequer soubera… Ele gritou de ódio. O que temera aconteceu. Os sentimentos que tinha por ela, realmente, o prejudicaram. Mas ele não achava que ia ser tão cruel assim. Até que percebeu que nunca mais ouviria a garota que treinava com ele desde que tinha oito anos rindo. 

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último pensamento de Cato não foi cansaço, ou raiva, ou fracasso. Ele já sentira demais tudo aquilo. Tampouco foi felicidade por aquilo acabar. Ninguém desconfiava: o último pensamento de Cato foi a garota que gritou seu nome antes de morrer. 

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